
Será que a vida de todo mundo dá voltas como tem dado a minha? Será que os outros também experimentam dessa sensação de não terem nenhuma resposta, no minuto seguinte de quando achavam já terem todas?
Confesso que na maior parte do tempo eu me delicio com o quanto ainda posso me surpreender com a vida. Sim, me parece que o momento em que perdemos a capacidade de nos surpreendermos é o momento em que a vida fica sem sentido. Eu adoro quando posso me surpreender.
Adoro quando o que hoje é real soa impossível dias atrás. A sensação do inusitado, a apreensão com o impensado, tudo isso me instiga a procurar na vida o que vem a seguir.
Muitas vezes planejamos um tempo que não chega, mas nos vem outro que nos encanta hoje, mais do que qualquer sonho tenha encantado antes. E como é bom se encantar; como é bom se deslumbrar com o que nos surge da maneira menos impensada, mas que se faz essencial para a felicidade de todos os outros dias, porque sem o impensado de antes, nada mais é sensato no agora.
Vivo um momento em que tudo que me parecia certo é cada vez menos o que quero e mais o que já foi. E por mais que assuste, muito do agora é o motivo atual do sorriso que cada dia é mais novo. E isso me é bom. É bom porque posso continuar crendo que o novo vale a pena. E ainda melhor, pelo que ainda me virá. E eu sei que virá...
Confesso que na maior parte do tempo eu me delicio com o quanto ainda posso me surpreender com a vida. Sim, me parece que o momento em que perdemos a capacidade de nos surpreendermos é o momento em que a vida fica sem sentido. Eu adoro quando posso me surpreender.
Adoro quando o que hoje é real soa impossível dias atrás. A sensação do inusitado, a apreensão com o impensado, tudo isso me instiga a procurar na vida o que vem a seguir.
Muitas vezes planejamos um tempo que não chega, mas nos vem outro que nos encanta hoje, mais do que qualquer sonho tenha encantado antes. E como é bom se encantar; como é bom se deslumbrar com o que nos surge da maneira menos impensada, mas que se faz essencial para a felicidade de todos os outros dias, porque sem o impensado de antes, nada mais é sensato no agora.
Vivo um momento em que tudo que me parecia certo é cada vez menos o que quero e mais o que já foi. E por mais que assuste, muito do agora é o motivo atual do sorriso que cada dia é mais novo. E isso me é bom. É bom porque posso continuar crendo que o novo vale a pena. E ainda melhor, pelo que ainda me virá. E eu sei que virá...
Dá uma vontade de tentar fazer acontecer...






Sim, não faz muito tempo tivemos Mamma Mia! que também me deleitou e me fez esquecer da vida, dos problemas e todo o resto pelas quase duas horas de divertidíssima atuação de um elenco pouco ortodoxo para o que se propôs em músicas não menos ortodoxas já que do ABBA (?), mas que funcionaram perfeitamente. Aliás, que elenco encabeçado pela mais-que-perfeita Meryl Streep não funcionaria? E olha que ainda havia Colin Firth, Pierce “James Bond” Brosnan e a impagável Christine Baranski... mas que Mamma Mia fique para outro dia, agora o que interessa é NINE e a história de um famoso diretor italiano em crise de criatividade, de meia-idade, de casamento e com as várias amantes ao longo de toda sua vida e que agora parecem querer lhe revisitar.
Para quem gosta de reparar nos detalhes, a direção, seja a de arte, seja a de fotografia, é perfeita. As cores que saltam da tela em um cenário intimista quando entre 04 paredes e maravilhoso quando explora as belezas da lindíssima Itália, são um show a parte. E o elenco. Ah! o elenco... é estelar e espetacular.






O final caminha para uma inevitável redenção, mostrada de uma forma bastante singela e cheia de uma excelente música, aliás, a marca de todo o filme.






