O Trovante se presta a ser um blog tão abusado como seu autor que chega ao ponto de se classificar como advogado, professor universitário, músico e poeta sem que necessariamente seja (em qualidade) qualquer desses. Mas já que aqui se está, que aqui se faça e que surja os que se interessem a acompanhar o que aqui se tem feito... Bem-vindos ao fantástico mundo de Trovante
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Tu És
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Sonhei com Jesus
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Fui reler os trechos da Bíblia que seriam os corretos se, no sonho, eu tivesse aberto a Bíblia como ela é e eles seriam:
Mat. 2:6 E tu, Belém, terra de Judá, De modo nenhum és a menor entre as capitais de Judá; Porque de ti sairá o Guia Que há de apascentar o meu povo de Israel.
Mat. 5:16 Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Cala quem és (se é que o sabes)
quarta-feira, 7 de março de 2012
E SE...?
Você já parou para notar como por
causa de um simples detalhe a tua vida poderia ser completamente diferente? quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
A Culpa não é tua quando o sentimento não é teu!
Pare e respira. Você não é
responsável pelo sentimento de ninguém. Não é tua culpa se a outra pessoa
construiu uma imagem de você que não é você. E mais. As pessoas se chatearão, perdoarão
e se chatearão de novo e talvez nem venham a tornar a perdoar, mas nem isso é
tua culpa. Cada um faz da própria vida e dos próprios sentimentos o que bem
entende.quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Encontros, desencontros, despedidas e reencontros...

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Textos que não escrevi - Uma questão de (bom) gosto: Já fomos mais inteligentes?

Esse texto é do Prof. Bernardo Schmidt do curso de Direito da UNESC e se o reproduzo aqui é por dois motivos: o primeiro é porque eu concordo e o segundo é porque ficou muito bom. Espero que gostem:
Recentemente, o jornalista Carlos Nascimento cravou em um comentário no Jornal do SBT, do qual é âncora, que nós brasileiros “já fomos mais inteligentes”. Nascimento estava inconformado com as últimas notícias que acabara de transmitir envolvendo a repercussão do fenômeno Luísa (aquela que estava no Canadá e, de repente, ficou em todo lugar) e do suposto estupro no Big Brother Brasil.
Soou ranzinza e acabou por confundir inteligência com bom gosto. Além de esquecer o gigantesco poder da internet. A pergunta que surge, no entanto, é a seguinte: “já fomos mesmo inteligentes?”
O Brasil sempre se destacou muito mais por suas atividades corporais do que cerebrais. Somos referência mundial em esportes e danças, havendo brasileiros consagrados mundialmente nestas áreas. Mas quando o assunto é cérebro, não chamamos tanto a atenção. Para se ter uma idéia o Brasil nunca ganhou um prêmio Nobel. Ao contrário de nossos vizinhos sul-americanos. A Argentina já abocanhou três em áreas científicas e outros países como Peru e Colômbia ganharam em literatura.
Nas artes tivemos alguns movimentos interessantes e destacados como a Semana de Arte Moderna de 22, a MPB e o carnaval. Mas, mesmo dependentes de grande inteligência, se destacam mais pela inspiração e o talento de seus integrantes.
Não se quer aqui afirmar que não somos inteligentes, apenas que temos a mesma inteligência de outrora. Talvez tivesse mais razão o Carlos Nascimento se dissesse que já tivemos mais bom gosto. Neste ponto realmente regredimos.
A culpa em parte vai do gosto individual, mas o que transforma em algo coletivo é o fato de que há muito tempo só recebemos porcarias. Acabamos por ser resultado daquilo que vemos e ouvimos o tempo todo. A massificação do mau gosto traz esse tipo de resultado. O próprio canal em que trabalha o citado jornalista não preza pelo bom gosto.
Música universitária nos anos 60 e 70 era MPB. Nos 80 rock. Hoje é esse sertanejo estilizado. Os livros daquelas épocas eram os clássicos e os de grandes escritores premiados. Hoje são de auto-ajuda (o Brasil é o penúltimo colocado no ranking de leitura na América latina). Havia luta pela liberdade. Hoje estamos cada vez mais reclusos, satisfeitos com o que a internet e a TV nos despejam.
É claro que precisamos de diversão barata, que, pelo visto, incomodou muito o apresentador. Mas só isso não basta. É claro que não podemos achar que a vida é um big brother e nem que um fenômeno repentino e efêmero como Luísa tem alguma relevância. Temos a mesma inteligência. Só precisamos recuperar o bom gosto.
Bernardo Schmidt Penna é advogado, mestre em Direito e professor do Curso de Direito da Unesc. Bernardo@unescnet.br
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Quando não sentimos nada...

sábado, 31 de dezembro de 2011
O que eu aprendi com 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
A quem tinha acabado de chegar...
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Pode ser mais. Mas sabe menos!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
É tudo uma questão de fazer (se esperar, não acontece)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011
A tua história é escrita por você (e a minha é escrita por mim) e mais ninguém!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Minhas impressões 03 dias após o acidente...
Jantei porque não tinha almoçado, falava com meu pai sobre o vídeo do Kibeloco onde imitam a Dilma, coloquei a camiseta e lembro que estava de frente pro espelho arrumando o cabelo, minha irmã brinca: tá se achando só porque está magrinho. Respondo alguma coisa, faço alguma graça, pego minha bolsa, falo tchau. Entro no carro, coloco o nome do vídeo e mando pro meu pai por mensagem pra ele acessar.
Trinta minutos depois estou eu ligando pra eles pra dizer que tinha acabado de capotar o carro...
Eles estavam aqui em casa, tranquilos, assistindo TV; eu estava chegando em Cacoal. Faltava menos de 5 minutos pra eu estar na UNESC. e, num segundo, eu poderia nem estar aqui escrevendo.
Tem hora que parece que não aconteceu, que foi um sonho... e daí, tendo flertado com a morte, é inevitável que eu me confronte com a parte espiritual da coisa. Ora, para mim, o que eu aprendi e o que eu interpretei são verdades. Muito do que está na bíblia é o que eu acredito que seja. E se eu tivesse morrido, qual será que teria sido o meu destino para além dessa vida?
Eu que às vezes blasfemo tanto. Eu que tantas vezes desmereci tanto o que soava mais religioso.
Partindo do pressuposto de que o que ouvi desde que nasci é verdadeiro, grande parte do que fiz foi mau.
Complexo? Muito. Acho que é essa complexidade que está me atingindo a alma.
Na madrugada de anteontem eu fiquei cerca de uma hora ajoelhado no quarto fazendo oração. Fazia muito tempo que eu não tomava esse tipo de atitude.
Estava tentando entender o porquê eu tinha que passar por isso. Por que eu saí vivo? Qual o propósito pra que eu tivesse pedido por misericórdia e esse socorro me viesse de pronto?
Por que, tendo tanto lugar pra cair, o carro foi cair exatamente na valeta que impediu que o teto me espremesse e, ainda, com o espaço para que eu saísse pela janela no chão e não na valeta que era funda até
Ou seja, o carro caiu exatamente onde tinha que ter caído. Quando eu me arrastei pra fora, era tanto mato, que eu não sabia pra onde eu ia e, pela profundidade da valeta, eu poderia ter caído mais fundo e me machucado de um jeito sério.
Em 2002 quando um pit bull me atacou e "tentou" me matar, eu lembro que gritava de susto e tudo mais, mas em momento algum - por mais que naquela época pregasse isso na igreja - pedi algo do tipo: Deus, me ajude!
Fiquei durante esses 09 anos com isso na cabeça: que se eu me visse em qualquer situação de perigo, eu não faria outra coisa que não fosse pedir que Deus me ajudasse (como que se eu tivesse ficado constrangido por ter me esquecido de Deus naquele momento e só sentido o medo).
Quando eu vi que tinha perdido o controle do carro e que o pneu direito bateu na mureta e o carro rodou, eu só tive tempo de gritar: Deus, tem misericórdia de mim! E Ele teve
Cumpriu-se justamente o que está lá no salmo 91: Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.Acho que faz umas 68 horas que estou pensando em tudo isso. Minha cabeça está rodando....
Mais de uma vida? Não. Para mim não. Eu só tenho essa.
Depois que eu morrer será o momento em que eu prestarei as minhas contas e, se eu tive essa chance de continuar ao invés de já ir direto prestar essas contas, há algum propósito nisso e não deve ser só eu aprender a valorizar a minha vida.
Acredito, sim, que muitos dos alunos e pessoas do meu facebook que leram meu relato de como foi tudo e que viram as fotos, não conseguem não pensar que Deus cuidou de mim. E, não sei, mas pode ser uma forma dEle falar: lembra quando você ainda era criança e falava de mim? Então, não era pra parar. Se você sabe falar, fala e não te cala!
E não é que eu esteja me sentindo devedor hoje, depois do que aconteceu. Essa é uma sensação eu já venho sentindo há alguns anos. Daí a impressão de que o que aconteceu segunda-feira foi “A“ sacudida, entende?
Estou querendo crer que as coisas se esclarecerão aos poucos.
Eu não acho que eu dei sorte, antes, acho que Deus cuidou de mim e houve foi o que se chama de milagre. Se eu tive essa prova de que Deus está cuidando de mim, eu não tenho porque não conseguir dormir. Faço como diz no salmo 4; 8: Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, SENHOR, me fazes habitar em segurança.Sempre tento não levar nada a ferro e fogo; tento sempre racionalizar o máximo. Mas o que eu sei é que as obras são importantes, mas não são o que há de mais importante dentro daquilo que me foi ensinado e que eu acredito.
O primeiro e mais importante é acreditar que, de fato, "Deus amou ao mundo de uma tal maneira que enviou seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna".Nessa sequência, vem o fato do que disse Isaías: “O povo que andava em trevas, viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz”. (esse povo são todos aqueles que não são os judeus. Foi para os não judeus que veio Jesus)
O importante é lembrar que a boa nova que é o Evangelho não são as palavras ditas por Jesus; não são os ensinamentos de jesus. A boa nova do evangelho é o fato de que ele, Jesus, tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Assim, a boa nova do evangelho, não é o sermão da montanha ou a parábola do filho pródigo ou a dos dez talentos. A boa nova do Evangelho é que Jesus morreu para que na pureza do seu sangue os pecados do mundo fossem perdoados, mas que a morte não lhe derrotou, antes, ao terceiro dia ele ressuscitou e, em seu nome, (nome de quem venceu o mundo) todos se achegarão verdadeiramente a Deus.
O que eu aprendi, é que não importa quão boas sejam as tuas obras, o mais importante é que você reconheça que houve esse sacrifício e seja grato por ele. Essa é a boa nova desse evangelho que, pelo que me foi ensinado ainda criança, deve ser levado a todos quanto for possível.
Agora, é claro que de nada adiantaria você se dizer agradecido a esse sacrifício, sendo indiferente às necessidades do próximo e despreocupado em fazer o bem que você pode fazer. Tudo é importante.
Mas qual é a minha parte nisso tudo?



